08 março, 2012

RIO+20: Cientistas pedem mais estudos sobre os oceanos

Os oceanos precisam ganhar mais destaque na agenda de discussões dos fóruns ambientais internacionais, como a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada de 20 a 22 de junho no Rio de Janeiro.
Na avaliação de cientistas, é preciso que a questão dos oceanos, que tem sido sistematicamente subestimada nas discussões ambientais, passe a ganhar maior relevância a partir da RIO+20.

"Até o momento, os oceanos têm aparecido de maneira secundária na agenda ambiental e na agenda dos países, em parte pela falta de informações sobre eles. A expectativa da comunidade científica é que eles sejam contemplados de forma mais efetiva a partir da RIO+20", disse José Henrique Muelbert, professor da Universidade Federal do Rio Grande.

Na opinião do cientista, apesar de os oceanos e ambientes marinhos em geral terem merecido mais de dez parágrafos no documento preparatório da RIO+20 - mais conhecido como Esboço Zero -, a agenda de discussões sobre o tema na Conferência ainda está um pouco tímida.

"Existem muitos aspectos relacionados aos oceanos que ficaram de fora da agenda da conferência, e o principal é a questão da observação dos oceanos, principalmente em ambientes costeiros, onde existe uma grande relação entre a ocupação humana e os ambientes oceânicos", avaliou Muelbert.

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